Organized Conferences and Workshops

A
07.06.2018 (19:00 - 20:30)

La joie qui vient (About the Joy)

Ein Film von Eduardo Jorge de Oliveira, mit einem anschliessenden Gespräch mit Maria Filomena Molder (Lissabon) und Jean-Luc Nancy (Strassburg)

Eduardo Jorge de Oliveiras begibt sich in seinem Film-Essay La joie qui vient (34 Min.) gemeinsam mit den Philosophen Maria Filomena Molder (Lissabon) und Jean-Luc Nancy (Strassburg) auf die Suche nach der Freude.

Durch das spezifische Medium des Films nähert sich de Oliveira verschiedenen Arten, Freude zu lesen und über sie zu sprechen. Dabei widmet er sich vor allem philosophischen Diskursen und Gedanken, die das Konzept der Freude als ihren Ausgangspunkt nehmen, die aber auch direkt von dem Wort »Freude« ausgehen.

 

 

N

Materialities of Literature in the Museum. Narratives, Constructions, Intersectio

 

 

Materialidades da Literatura no Museu. Narrativas, Construções, Interseções

 

31 May 31 de Maio Universidade de Zurique University of Zurich

 

This congress will reunite researchers, professors and museum curators of São Paulo, New York, and Zurich. The main discussion will be about the relation between materialities of literature and visual arts, about artistic constructions and about intersections between philology, art and Brazilian culture and literature within the Latin American context.

 

9.00 Abertura e boas vindas/ Opening and welcome: Eduardo Jorge de Oliveira, Pauline Bachmann. 

 

9.15 Keynote speaker: Um arquivo de ruínas transvisuais - Raúl Antelo – UFSC – Brazil  

                          

10.15  Mesa/Panel 1: Narratives

Posições, exposiçõesOutras variações: o corpo selvagem e as imagens sem nenhum caráter,. Eduardo Sterzi – Unicamp e Macunaíma: do mito ao rito, de novo, Veronica Stigger – FAAP – São Paulo. 

Mediação/Discussant: Torsten Jenkel, Doktoratsprogramm der AVL. 

 

11.00 Mesa/Panel 2: Constructions

Mira Schendel: Multiple Transparencies of Scripture, Géraldine Meyer – Kunsthistorisches Institut – UZH

La arquitectura Modernista como aparato exhibicionista de la ficción literaria, Dayron Carrillo Morell –  Romanisches Seminar – UZH – Mediação: Eduardo Jorge de Oliveira.

 

14.00 Mesa/Panel 3: Intersections

Towards an expanded philology – A exposição, o ensaio, Eduardo Jorge de Oliveira, Romanisches Seminar – UZH. 

Poesia no museu: exposições e revistas de poesia experimental nos anos 1970, Pauline Bachmann, Romanisches Seminar. 

Mediação/Discussant: André Masseno, Romanisches Seminar. 

 

16.15 Conferência de encerramento/Closing Keynote: Art, Language and the Museum – Sergio Bessa – Bronx Museum  

 

17.15. Considerações finais/ Final considerations

Pauline Bachmann, Eduardo Sterzi. Eduardo Jorge de Oliveira 

Film RoSe

Film Rose 18 Film Rose 18
. .

ARCHIV

03-06-2017

Soap Opera - Nuno Ramos: Monolog für einen toten Hund (Monólogo para um cachorro Motto)

http://tube.switch.ch/videos/6f1c6115

 

 

 

13-12-2016

O Workshop com os professores e curadores Eduardo Sterzi e Veronica Stigger se divide em três módulos: 

 

Módulo 1: Das casas em ruínas aos museus de tudo: moradas instáveis da poesia contemporânea brasileira, com Eduardo Sterzi (UNICAMP)

 

Em 1975, João Cabral de Melo Neto publicou Museu de tudo, reunindo poemas escritos entre 1966 e 1974. É um livro que assinala uma ruptura no percurso cabralino, sobretudo se o confrontamos com o título imediatamente anterior, A educação pela pedra, de 1966 – este, rigorosamente ordenado, aquele, conforme descreve o próprio autor, «depósito do que aí está», ou ainda: «caixão de lixo ou arquivo». Pode-se dizer que, com este livro, algo como um pensamento do museu que passava pela crítica e renovação da própria ideia tradicional de museu – já então atuante em outros âmbitos da cultura brasileira, sobretudo na arquitetura, com Lina Bo Bardi, e nas artes plásticas, com Hélio Oiticica – ingressa com força no pensamento da poesia. É a partir do exame dessa aproximação entre museu e poesia que buscaremos refletir sobre experiências literárias diversas como a do próprio Cabral, a de Haroldo de Campos e a de Carlito Azevedo.

 

Módulo 2: Flávio de Carvalho: experiências, com Veronica Stigger (FAAP)

 

Por meio da noção de experiência, o artista brasileiro Flávio de Carvalho levou a atividade artística a transbordar das esferas tradicionalmente reservadas à arte, conduzindo-a além mesmo dos novos espaços conquistados pelo modernismo. Se com a Experiência n° 2 (andar no sentido contrário ao de uma procissão de Corpus Christi, com chapéu à cabeça) bordejou a psicologia social e a antropologia e com a Experiência n° 3(desfilar pelas ruas com um traje masculino concebido para os trópicos: o New Look) anexou a seu trabalho a história e a prática da moda, com a última experiência, aquela que ficou conhecida como Experiência n° 4 (viajar à Amazônia para encontrar e estudar tribos indígenas e produzir um filme sobre a «deusa loura»), somou a suas pesquisas a prática etnográfica. Nesta conferência, pretende-se mostrar como, nesta derradeira experiência, a postura de Flávio de Carvalho, em suas ações e seus escritos, se acha próxima àquela do etnógrafo e, portanto, seria possível perceber nexos mais profundos entre tal postura e aquela, experimentada algumas décadas antes, pelo grupo de escritores e antropólogos ligados à revista Documents e ao Collège de Sociologie, que praticavam aquilo que James Clifford definiu como «surrealismo etnográfico».

Módulo 3: Variações do corpo selvagem: Eduardo Viveiros de Castro, fotógrafo, com Eduardo Sterzi e Veronica Stigger – apresentação das fotos e debate

 

Eduardo Viveiros de Castro é reconhecido internacionalmente como um dos mais importantes antropólogos da atualidade. Com a teoria do perspectivismo ameríndio, desenvolvida a partir de meados da década de 1990, passou a ter notável influência em outros campos do conhecimento – na estética, na teoria literária, na filosofia política, na filosofia do direito e talvez sobretudo na prática artística. O que poucos de seus leitores sabem é que Viveiros de Castro, antes de ser antropólogo, foi fotógrafo, sendo responsável por algumas das imagens mais emblemáticas do artista plástico Hélio Oiticica e do poeta Waly Salomão, assim como pelas fotografias de cena de filmes do cineasta Ivan Cardoso (de quem também foi roteirista). Esta exposição, projetada originalmente para o SESC Ipiranga em São Paulo (Brasil) e que em 2017 começará sua itinerância internacional, apresentou pela primeira vez um amplo recorte do trabalho fotográfico de Viveiros de Castro, agrupando cerca de trezentas imagens produzidas tanto no período de colaboração com estes artistas como também, principalmente, aquelas realizadas ao longo de sua atividade como etnólogo junto aos índios Araweté, Kulina, Yanomami e Yawalapiti. O ponto de intersecção dos dois grandes conjuntos que constituem a exposição está na centralidade do corpo. Trata-se de uma ênfase na corporalidade que está também na origem da reflexão antropológica do autor e que marca todo seu percurso intelectual – e que, por isso, consideramos decisiva para se compreender a articulação, em sua práxis, entre fotografia e pensamento, arte e antropologia. Os curadores da exposição apresentarão as fotos que a compõem e debaterão seus pressupostos e procedimentos.